✧ Criação original. Modelos de lugar para a Crosta, sem pessoas reais; troque nomes e cidades livremente.
Oficina do Cais (posto de Porto Sereno na Crosta)
- Descrição. Casa singela num bairro modesto de uma cidade portuária, iluminada por claridades espirituais, que serve de posto avançado de Porto Sereno. Uma pequena equipe de desencarnados (sugestão de mesa: Seu Anselmo, antigo calafate) está ali com permissão da colônia, como âncora entre os encarnados. Funciona há cerca de quinze anos; os estágios duram no máximo dois anos; há outras oficinas em outras cidades.
- Sensações. Cheiro de café e de lenha; o alimento espiritual se mantém puro porque os elementos mais baixos não proliferam ali; depois do culto, entidades que procuravam abrigo da chuva recuam.
- Quem vive ali. Uma médium viúva e seus filhos, que percebe uma parte pequena do que acontece, trabalhadores desencarnados em estágio e, à noite, encarnados desdobrados.
- Perigos. Um sistema vibratório de vigilância só deixa entrar quem o anfitrião convida; recrutadores despreparados trazem parentes que causam desordem.
- Ganchos. Um filho rebelde trouxe para casa, sem saber, um "visitante" da rua. Uma mãe desencarnada pede ajuda para evitar, pelo sonho, o desespero da filha.
- Na mesa. Base de campanha na Crosta; Local Iluminado enquanto o culto do lar for mantido. O lar que cultiva a prece se transforma em fortaleza.
Outros lares e grupos (modelos)
- Lar de prece no subúrbio. Família que mantém o culto do Evangelho no lar semanalmente, com água magnetizada; um parente desencarnado e confuso encontra asilo ali. Gancho: O avô pede para ser visto pelos netos.
- Lar orante. Casa cujas fronteiras vibratórias os vampiros de vício não atravessam; a dona, desdobrada, ora ao lado do marido adormecido. Gancho: Proteger o lar numa noite em que a prece falhou.
- Núcleo antigo de salão. Salão velho com cerca de vinte encarnados ativos; multidão de sofredores separados por fios luminosos; guardas nas entradas; reuniões de psicografia, desenvolvimento, incorporação, doutrinação, desobsessão e passes. Gancho: Um dos trabalhadores saiu com a sua coorte de acompanhantes.
- Grupo íntimo de estudos. Pequeno grupo com um salão público e um reduto íntimo de dez encarnados e quatro médiuns; mentor discreto; instrumentos de apoio (condensador, água fluidificada) Gancho: Um obsessor sofredor voltou a perseguir uma encarnada.
- Instituição de sessões públicas. Grande sessão pública; mesa de catorze pessoas dentro de um cordão luminoso; faixas de defesa; sala de passes como altar interior. Gancho: Uma petição escrita traz o nome de alguém que já morreu.
- Grupo mediúnico familiar. Nove encarnados e vinte e um colaboradores espirituais; uma médium vulnerável ao ciúme sai à noite, em desdobramento, para procurar obsessores. Gancho: Impedir a saída noturna sem forçar a vontade dela.
- Lar coletivo de crianças. Instituição para órfãos, com vigilância severa e muitas entidades trabalhadoras. Gancho: A retenção afetiva dos colaboradores atrapalha o desligamento sereno da diretora.
- Casa em cerco obsessivo. Casa alvo de um grupo de sessenta obsessores; depois, pronto-socorro espiritual com sinais luminosos nas janelas e fronteiras mantidas por doze guardas. Gancho: Ver moldura "Equipe de Desobsessão" (o Guia do Mestre)
- Sala de desobsessão (modelo). Enfermaria com isolamento: mesa sólida, cadeiras pesadas, luz vermelha fraca, sem símbolos; no máximo catorze pessoas; até duas horas de reunião. Gancho: Base de campanha "Equipe de Desobsessão".
- Grupo de mediunidade desviada (contraexemplo). Usa espíritos como criados para pedir favores; o guardião do grupo fica só e ignorado. Gancho: Convencer o grupo a mudar antes que algo pior se instale.
- Gabinete de consultas pagas (contraexemplo). Médium que cobra adiantado; dezenas de espíritos primitivos "assalariados" se alimentam da força dele. Gancho: Desfazer um diagnóstico falso "comprado".