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Cenário

Música e arte

Origem: Sombra e Luz Conteúdo do suplemento Sombra e Luz.

  • ✧ Criação original. A Casa do Leme descobriu, nos primeiros séculos, que a música aumenta o rendimento do serviço; desde então quase ninguém trabalha sem uma canção por perto. Na hora do apito das balsas, as oficinas cantam coros de trabalho; nas enfermarias, harpas e violas baixinhas devolvem forças a quem chega.
  • A Praça das Harmonias, da Casa do Farol, tem música leve nas bordas (cantigas, rodas, violeiros) e uma música mais ampla no centro, onde regentes tocam o que ninguém sabe nomear. Há ainda o Salão das Artes Maiores, para pintura, escultura e poesia declamada.
  • Em postos de socorro, crianças aprendem a tocar e cantar; uma jovem organista faz sair do coração luzes azuis que renovam o ânimo de quem escuta. Uma sinfonia pode servir de prece para quem, em vida, fez da música o único afeto. Quadros de santos e batalhas da Terra têm cópias fiéis em algumas cidades.
  • Até a dança tem lugar: dançar pode ser tão sagrado quanto orar. Nas noites de maré cheia, a Praça tem baile aberto.
  • Na mesa. Música é ferramenta de serviço (acalma, reúne, prepara a prece) e de vínculo. Uma melodia pode ser chave de um sofredor que só lembra de quem é quando ouve uma canção.

Fontes e atribuição

Sombra e Luz — criação de Jonas Ernesto Poli. Inspirado na literatura espírita — adaptação livre e não oficial.

Dungeons & Dragons e D&D são marcas da Wizards of the Coast; este trabalho não é afiliado nem endossado por ela. Contém material do System Reference Document 5.2.1 (CC-BY-4.0): ver o texto completo da atribuição.

Fontes de regras do compêndio e licenças