Lista consolidada dos erros mais comuns ao adaptar o cenário, e como corrigi-los:
- Vilões "feiticeiros" ou "magos" das trevas. Os antagonistas são desencarnados comuns: regentes, hipnotizadores, falanges, obsessores.
- Samaritanos armados ou "guardiões de fronteira". Samaritanos são socorristas, com balsas, mulas, cães e gaivotas-mensageiras; quem guarda a Cerca-Viva é a Guarda do Farol, e só com lampejos de aviso.
- Resgate dos recém-chegados feito por tropas. Quem resgata é um mentor com dois auxiliares e uma maca improvisada.
- Voo ensinado a quem acabou de chegar. O voo curto só vem com o selo de cidadania e anos de prática.
- Balsa-aérea descendo ao Umbral. A balsa-aérea só vai até as colônias; no Umbral, o trajeto é de equipes a pé ou por balsa de baliza.
- Alas da Maré Baixa como aparelho que cura em 8 h. São enfermarias de acolhimento; o tempo de cada um é o tempo de cada um.
- Ovoides em qualquer lugar. Aparecem só na Casa dos Esquecidos e em casos extremos.
- O fundador do Abrigo da Candeia como guerreiro com "bastão de batalha". O fundador já desencarnou; o abrigo se defende com luz, rotina e prece.
- Canhões no Casarão do Meio-Caminho. Os canhões são dos atacantes; o Casarão absorve, ora e resiste na Cerca de Hastes.
- "Vampiro" como morto-vivo que suga PV. Rótulo moral ou viciado desencarnado.
- Inferno eterno; demônios nativos. Estado transitório criado pela mente; os "demônios" são pessoas que se desviaram.
- Resgatar à força quem não quer. Só os predispostos; o resto é semeadura.
- Mestre de Casa tratado como instrutor, e vice-versa. O Mestre de Casa dirige uma Casa de Ofício com a Mesa de Sete; o instrutor guia aprendizes.